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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Sindicato questiona Luciano Leitoa: "Não tem dinheiro prefeito?"

Sindicato cobra do prefeito de Timon implantação do Plano de Cargos e Salários 
Em publicação nesta quarta-feira, 23, no seu site, o Sindicato dos Servidores Público de Timon - SINSEP, voltou a cobrar o prefeito Luciano Leitoa a implantação do Plano de Cargos e Salários dos Servidores. Segundo o sindicato, o prefeito e secretários em reuniões tem alegado não ter dinheiro para implantação do Plano de Cargos dos Servidores efetivos, mas em contrapartida a folha de pagamento dos comissionados está cheia de regalias que poderiam ser cortadas com objetivo de atender as reivindicações da categoria. "Estudos realizados pela equipe técnica sindical concluiu que é viável a aprovação do plano de cargos, mas será necessário cortar regalias da folha de comissionados", diz um trecho da matéria pulicada pelo sindicato.

Veja abaixo na íntegra a matéria pulicada no site do SINSEP.

FOLHA DE PAGAMENTO: NÃO TEM DINHEIRO, PREFEITO?

Nas reuniões, prefeito e secretários alegam que não tem dinheiro para o plano de cargos dos efetivos. Onde ele encontrou dinheiro para pagar os salários dos marajás comissionados?

O SINSEP teve acesso a algumas planilhas e folhas de salários da prefeitura de Timon para fundamentar a elaboração da primeira proposta de plano de cargos ainda no ano 2017. Estudos realizados pela equipe técnica sindical concluiu que é viável a aprovação do plano de cargos, mas será necessário cortar regalias da folha de comissionados. 

Em “plena crise financeira” tão divulgada pelo prefeito e secretários, a folha de pagamento de 2017 mostra que naquele ano secretários e assessores já eram agraciados com salários que variavam de R$ 1.000,00 até R$ 13.000,00, impossibilitando que a correção das distorções salariais e as progressões funcionais dos servidores efetivos fossem implantadas por meio de lei de plano de cargos. 

Embora tenha um portal de transparência desde 2013, a prefeitura municipal nunca disponibilizou os salários de cada servidor ou funcionário de forma individualizada. Mesmo o sindicato solicitando por meio de ofício o acesso às folhas para recalcular o impacto da terceira proposta do PCCV, a prefeitura negou as informações e o SINSEP ingressou na Vara da Fazenda Pública por entender que a prefeitura descumpre a Lei de Acesso à Informação. 

O SINSEP disponibilizará as folhas de pagamento que teve acesso para que a sociedade tenha conhecimento da injustiça salarial praticada pelo prefeito contra os servidores concursados. 

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