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Postagem Carrossel

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018 às 14:00

Vereador Henrique Júnior comemora a entrega de ambulância solicitada por ele para Timon

O vereador de Timon, Henrique Júnior (PMN), usou suas redes sociais no final da manhã desta quarta-feira, 05, para comemorar a entrega de uma nova ambulância para o município. O veículo foi adquirido por meio de emenda parlamentar do deputado federal Aluísio Mendes (PODE), após solicitação feita vereador Henrique Júnior ainda no mês de junho como o blog noticiou (reveja aqui).

O parlamentar timonense, que está em seu primeiro mandato vem se destacando por sua atuação forte e combativa, além de conseguir vários recursos para Timon, em diversas áreas. Agora resta saber se a administração municipal saberá reconhecer o trabalho do vereador para pelo menos convidá-lo para a entrega da ambulância que ele conseguiu para Timon. Gratidão não é para todos, né?

A entrega da ambulância acontecerá nesta sexta-feira (7), a partir das 09h00, no Centro de Convenções Maranhenses que fica localizado na rua Firmino Gonçalves, no Centro de Timon.

Imagem do Dia: Caminhão afunda em rua de Matões

O líder da oposição na cidade Matões, advogado Gabriel Tenório (PV) usou as redes sociais (veja aqui) para denunciar a qualidade do caçamento colocado recentemente pela prefeitura nas ruas daquele município. Segundo Gabriel Ténório, o calçamento colocado em algumas ruas da cidade pela prefeitura de Matões, vem apresentando baixa qualidade e prejuízo aos contribuintes.

"O calçamento feito pela Pref Mun de Matões vem apresentando baixa qualidade, prejuízo para nós contribuintes que temos que pagar a conta do desperdício", denunciou Gabriel Tenório.

terça-feira, 4 de dezembro de 2018 às 18:40

Timon: Secretaria de Planejamento exibiu previsões financeiras para o ano de 2019

Nesta terça-feira (04.12) o Poder Executivo apresentou, em audiência aberta ao público, realizada na Câmara Municipal de Timon, a previsão orçamentária para o exercício financeiro de 2019 por meio da Lei Orçamentária Anual – LOA. O objetivo foi apresentar à população e aos parlamentares, as previsões de todas as receitas arrecadadas no exercício financeiro e a fixação de gastos dos órgãos autorizados.

A Lei Orçamentária Anual é um conjunto de ações que atendem as necessidades da população. Investimentos em Saúde, Educação, Infraestrutura, Limpeza Públicas e outros. Numa interação direta com os moradores, o Poder Legislativo abriu espaço para as pessoas realizarem perguntas e apresentarem sugestões aos representantes da Secretaria Municipal de Planejamento (Semplan).

Depois de apresentadas as condições, a Lei será revisada e organizada, conforme dispõe o art. 128 da lei Orgânica do Município de Timon –MA.

(Assecom/CMT)

Escola de Artes Beija-flor celebra mês da Consciência Negra

O Projeto Pérola Negra, criado pela Escola de Artes Beija-flor, realizou na sexta-feira (30.11) um desfile que escolheu representantes da beleza negra de Timon. O evento teve como foco o empoderamento de alunas e alunos e consequentemente de mães, avós, professoras e demais pessoas que se sentiram representadas.

Além do desfile, estudantes deram um show de talentos nas apresentações de danças afro-brasileiras e exposição de desenhos artísticos. Também houve um momento de roda de capoeira e um espaço com comidas típicas.

A Escola de Arte Beija-Flor atende mais de mil crianças e jovens com atividades no contraturno de suas atividades curriculares. “Realizamos esse evento em alusão ao Dia da Consciência Negra, com objetivo de valorizar nossa cultura. Entendemos que todo dia é Dia do Respeito”, comentou o diretor da unidade de ensino, Neto JS.

Circo, musicalização infantil, coral, violino, desenho e outras atividades garantem aos moradores, de maneira gratuita, a oportunidade de aprimorar seus dons, além de descobrir talentos da cidade.

(Do site da prefeitura de Timon)

Turma do STF julga habeas corpus de Lula

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar hoje (4), a partir das 14h, mais um pedido de liberdade feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Fazem parte do colegiado o relator do pedido, Edson Fachin, e os ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello, Cármen Lúcia, e o presidente da turma, Ricardo Lewandowski.

No habeas corpus, os advogados de Lula argumentam que a indicação do ex- juiz federal Sergio Moro para o governo do presidente eleito Jair Bolsonaro demonstra parcialidade do ex-magistrado e também que ele agiu “politicamente”. Moro irá assumir o Ministério da Justiça em janeiro. Ele era o responsável pelos processos da Lava Jato na 13ª Vara Criminal de Curitiba. A juíza Gabriela Hardt assumiu a função.

A defesa de Lula quer que seja reconhecida a suspeição de Moro para julgar processos contra o ex-presidente e que sejam considerados nulos todos os atos processuais que resultaram na condenação no caso do triplex de Guarujá (SP).

Em parecer enviado ao STF na semana passada, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, se manifestou pela rejeição do recurso.

Ao analisar a argumentação da defesa de Lula, Raquel Dodge afirma que as acusações são "ilações infundadas". "Quando proferiu a sentença acima mencionada [triplex], por óbvio, Sérgio Moro não poderia imaginar que, mais de um ano depois, seria chamado para ser ministro da Justiça do presidente eleito", disse a procuradora.

De acordo com Dodge, desde que passou a ser processado, Lula "vem insistentemente" defendendo ser vítima de perseguição política. No entanto, os argumentos sobre a suspeição de Moro já foram julgados por mais de uma instância da Justiça e foram rejeitados.

Lula está preso desde 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, após ter sua condenação no caso confirmada pelo Tribunal Regional Federal 4ª Região (TRF4), que impôs pena de 12 anos e um mês de prisão ao ex-presidente, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Sergio Moro nega qualquer irregularidade em sua conduta e diz que a decisão de participar do futuro governo ocorreu depois de medidas tomadas por ele contra o ex-presidente. As informações são da Agência Brasil.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018 às 18:32

Direitos das mulheres foram pauta nesta segunda-feira na Câmara de Timon

Na sessão plenária desta segunda-feira (03.12) os vereadores e vereadoras aprovaram em primeira votação um projeto de lei que visa garantir direitos à segurança das mulheres de Timon: PL Nº 140/ 2017, da Parlamentar Cláudia Regina (PMB) que sugere a criação da Semana de Mobilização e Conscientização a respeito da Lei Maria da Penha nas escolas da rede municipal.

Conhecida pelos trabalhos a favor de políticas públicas em defesa do público feminino, a vereadora comentou: “é importante que a comunidade escolar contribua os/as estudantes respeito desse mal que assola, nós mulheres, o machismo. Somos a maioria da população timonense e as políticas públicas têm que trabalhar o empoderamento através da geração de emprego, por exemplo”.

Criada no dia 07 de agosto de 2006, a Lei 11340, mais conhecida como Lei Maria da Penha, tem mecanismos que visam a prevenção e coíbem a violência doméstica e familiar.

(Assecom/CMT)

Projeto que dá descontos maiores a beneficiários da tarifa social de energia elétrica pode ser votado nesta semana

Proposta do senador Roberto Rocha visa diminuir as tarifas para beneficiários do Bolsa Família e de outros programas sociais do governo federal
A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) vota nesta quarta-feira (5), o Projeto de Lei 260/2017, que altera as faixas de consumo e percentuais de descontos aplicados aos beneficiários da Tarifa Social de Energia Elétrica. A proposta, de autoria do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), já recebeu parecer favorável do relator, senador Otto Alencar (PSD-BA).

O texto prevê desconto de 70% para quem consome até 50 quilowatts-hora (KWh) por mês. Entre 51 e 150 kWh por mês o desconto será de 50%. Se a faixa de consumo ficar entre 151 e 250 kWh, o desconto cai para 20%. Por fim, não haverá benefício para quem consumir acima de 250 KWh por mês.

“O Maranhão tem o segundo pior IDH do Brasil e a pior renda per capita, além de possuir indicadores econômicos e sociais muito fracos. E, por outro lado, tem uma das maiores tarifas de energia elétrica, o que é algo absolutamente contraditório”, disse Roberto Rocha. 

Famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal e famílias integrantes que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC) recebem o desconto.

“Essa mudança privilegia especialmente os estados mais pobres das regiões Norte e Nordeste, que contam com maior número de consumidores enquadrados na categoria. Ou seja, quando o projeto tornar lei, vai ajudar a reduzir as desigualdades regionais existentes no Brasil”, destacou o senador maranhense.
Se aprovado, o projeto seguirá para análise na Câmara dos Deputados. “A nossa proposta representa um alívio para populações carentes, uma vez que esses descontos vão permitir uma sobra maior do orçamento doméstico para as demais despesas das casas dessas famílias de baixa renda”, afirmou Roberto Rocha.

sábado, 1 de dezembro de 2018 às 09:53

Sétimo militar na Esplanada é recado de Bolsonaro a políticos brasileiros

Bolsonaro anuncia o almirante de esquadra Bento Albuquerque Júnior para o Ministério de Minas e Energia. A indicação é um afago aos oficiais da Marinha, que se sentiam excluídos do novo governo, e um aviso ao mercado e aos parlamentares
O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) deu o recado à ala política e até ao mercado sobre a falta de consenso por um nome para comandar o ministério de Minas e Energia. Ontem, o futuro chefe do Palácio do Planalto indicou o almirante de esquadra Bento Costa de Albuquerque Junior para a pasta. É o 20º ministro confirmado e o sétimo militar na equipe ministerial do primeiro escalão.

A indicação foi uma escolha a dedo de Bolsonaro e um aviso aos políticos de que a falta de acordo em relação ao nome de um ministro será resolvida por ele. Pelo menos três foram cotados: o economista Adriano Pires, diretor e sócio do Centro Brasileiro de Infraestrutura (Cbie); o engenheiro Paulo Pedrosa, ex-secretário executivo de Minas e Energia; e o deputado Jaime Martins (Pros-MG).

Desde o desgaste com a bancada evangélica por sondagens a um ministro da Educação, Bolsonaro se prontificou em ouvir mais aliados e frentes parlamentares antes de tomar uma decisão. Nesta semana, recebeu deputados e senadores de diferentes frentes para conversar sobre indicações em diferentes ministérios. A ideia, porém, o frustrou pela falta de consenso. O mais cotado, Pedrosa, tinha o respaldo do mercado, mas não agradava a ala do MDB e do DEM, que era mais favorável a Adriano Pires.

Aliados e integrantes da bancada do próprio PSL insatisfeitos com o crescimento do DEM sobre a Esplanada dos Ministérios, no entanto, vetaram o nome de Pires. Ele é próximo de autoridades, como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o governador eleito de Goiás, senador Ronaldo Caiado (DEM), que já havia indicado o deputado Luiz Henrique Mandetta (DEM) para o Ministério da Saúde.

A sugestão de Martins, embora agradasse a parte da ala política, não foi bem-recebida por analistas de mercado, que avisaram a equipe econômica do governo de transição. Se as sugestões do parlamentar, de Pires e Pedrosa não agradaram a parte do mercado e a congressistas, o mesmo não se pode dizer de militares. Membro da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, Pires foi elogiado por ala ligada às Forças. O mesmo valia para Pedrosa, que tem proximidade com militares por questões familiares.

Na dificuldade de um nome consensual, a solução foi lançar um militar. Consagrou-se, assim, o que pode se tornar um hábito de Bolsonaro nas próximas indicações. “Na dúvida entre técnicos e políticos, põe um militar”, diz um integrante do governo de transição. Ao mesmo tempo, a decisão prestigia a Marinha. Entre as Forças Armadas, era a única instituição que não tinha o comando de um ministério.

A Aeronáutica terá o controle da Ciência e Tecnologia, com o ministro Marcos Pontes, tenente-coronel da reserva. O Exército conta com cinco ministros, sendo dois generais do exército, Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Azevedo e Silva (Defesa); um general de divisão, Santos Cruz (Secretaria de Governo); e dois capitães reformados, Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) e Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União).

Ações

A opção por Bento não foi bem-recebida pelo mercado. A principal prova disso é que as ações ordinárias e preferenciais da Eletrobras caíram 4,11% e 2,39%, respectivamente. Mesmo com a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), em revogar na quinta-feira a liminar que impedia o leilão da distribuidora da estatal em Alagoas, a Ceal, o mau humor foi a tônica na abertura do pregão.

O entendimento do mercado é que um militar no Ministério de Minas e Energia representa um perfil mais nacionalista e conservador, e não liberal, como defendem os investidores, explica o analista-chefe de cobertura de empresas da corretora de valores Spinelli, Glauco Legat. “Ser militar não o desqualifica, mas, teoricamente, não é uma pessoa pró-mercado. Não agrada aos agentes, porque se debatiam outros mais técnicos.”

A escolha, na prática, sinaliza o pé no freio no processo de venda de ativos da Eletrobras e outras estatais no setor elétrico. No entanto, a escolha foi coerente com o que diz Bolsonaro desde a campanha, de não privatizar toda a Eletrobras por ser uma empresa estratégica, avalia o cientista político Cristiano Noronha, vice-presidente da Arko Advice. “Foi uma forma de prestigiar a Marinha e equilibrar as Forças Armadas no primeiro escalão e manter o padrão de indicar um nome com algum entendimento técnico no setor”, avaliou. Bento é diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha.

Promessa de empenho

Aos 60 anos, o carioca Bento Albuquerque promete empenho para transmitir confiança e previsibilidade ao mercado e aos consumidores. Atualmente, ele ocupa o cargo de diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha. A trajetória que culminou na ascensão ao último posto da Força, almirante de esquadra, começou em 1973. Comandou a Força de Submarinos e foi chefe de gabinete do Estado-Maior da Armada. É pós-graduado em ciência política e gestão pública. As informações são do Correio Braziliense.