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sexta-feira, 20 de abril de 2018

Vereador Anderson Pêgo incentiva alunos do IFMA de Timon

A semana de engenharia do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) no Campus Timon já está na sua segunda edição, o evento, que acontece nos dias 03 a 05 de maio, visa integrar de uma forma dinâmica os 3 cursos técnicos em engenharias (Edificações, Eletroeletrônica e Eletromecânica) ofertados anualmente pela instituição. Com provas como: Construção de ponte com macarrão, criação de um braço hidráulico, construção de um carro movido à ratoeira entre outras, une as turmas do 1° ao 3° do ensino médio para a gincana.  

Nesta quinta-feira (19), o vereador Anderson Pêgo (PSDB) esteve reunido com os alunos integrantes da equipe “Engenheiros de Troia”, e em uma breve conversa o parlamentar ressaltou a importância do estudo como fator de mudança na vida das pessoas, pois, o mesmo destacou que tem duas graduações de nível superior sendo uma delas no Instituto Tecnológico do Piauí - IFPI na área de engenharia e a outra bacharelado em direito. “Fiquei muito feliz em poder compartilhar algumas experiências com os jovens e poder motiva-los a sempre procurar a mudança através dos estudos, mostrei a eles que foi através do conhecimento técnico que conquistei muitas vitórias na vida”, disse Pêgo.

A equipe “Engenheiros de Tróia” com apoio do vereador Anderson Pêgo se diz confiante na disputa. A gincana além de muito a acrescentar na formação acadêmica dos alunos os ensina um importante valor humano, a solidariedade, já que uma das provas propostas é a arrecadação de materiais de construção para ajudar uma pessoa carente da comunidade.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Entra em vigor lei que aumenta pena para motorista embriagado

Entra em vigorar nesta quinta-feira (19) a Lei 13.546/2017, que ampliou as penas mínimas e máximas para o condutor de veículo automotor que provocar, sob efeito de álcool e outras drogas, acidentes de trânsito que resultarem em homicídio culposo (quanto não há a intenção de matar) ou lesão corporal grave ou gravíssima. A nova legislação, sancionada pelo presidente Michel Temer em dezembro do ano passado, modificou artigos e outros dispositivos do Código Brasileiro de Trânsito (Lei 9.503/1997). 

Antes, a pena de prisão para o motorista que cometesse homicídio culposo no trânsito estando sob efeito de álcool ou outras drogas psicoativas variava de 2 a 5 anos. Com a mudança, a pena aumenta para entre 5 e 8 anos de prisão. Além disso, a lei também proíbe o motorista de obter permissão ou habilitação para dirigir veículo novamente. Já no caso de lesão corporal grave ou gravíssima, a pena de prisão, que variava de seis meses a 2 anos, agora foi ampliada para prisão de 2 a 5 anos, incluindo também a possibilidade de suspensão ou perda do direito de dirigir.

As alterações no Código Brasileiro de Trânsito (CBT) também incluem a tipificação como crime de trânsito a participação em corridas em vias públicas, os chamados rachas ou pegas. Para reforçar o cumprimento das penas, foi acrescentada à legislação um parágrafo que determina que "o juiz fixará a pena-base segundo as diretrizes previstas no Artigo 59 do Decreto-Lei 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), dando especial atenção à culpabilidade do agente e às circunstâncias e consequências do crime".

Para a professora Ingrid Neto, doutora em psicologia do trânsito e coordenadora de um laboratório que pesquisa o tema no Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), uma legislação que endureça as penas para quem comete crimes de trânsito é importante para coibir a prática, mas não pode ser uma ação isolada. "Quando a gente fala em segurança do trânsito, estamos tratando desde as ações de engenharia e infraestrutura das vias, o trabalho de educação no trânsito [voltado à prevenção], e o que chamamos de esforço legal, que é justamente uma legislação dura, que as pessoas saibam que ela existe, mas combinada com um processo efetivo de fiscalização", argumenta.

Para Ingrid, por mais dura que seja um legislação, ela não terá efeitos se não vier articulada com outras iniciativas complementares. "Na lei seca [que tornou infração gravíssima dirigir sob efeito de álcool] nós vimo isso. No começo, houve uma intensa campanha de educação e fiscalização, o que reduziu de forma significativa o índice de motoristas que bebe e insistem em dirigir, mas a partir do momento que a fiscalização foi reduzida, as pessoas se sentiram novamente desencorajadas a obedecer a lei", acrescenta. 

(Agência Brasil)

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Timon pode perder R$ 5 milhões por não ter Secretaria da Mulher, alerta vereador

O vereador Anderson Pêgo (PSDB) fez coro ao alerta feito pela vereadora professora Cláudia Regina (PMB) quanto aos recursos de R$ 5 milhões do Governo Federal, para ser destinado à saúde da mulher, mas que o município de Timon pode perder por não possuir uma Secretaria da Mulher. O parlamentar lembrou que não basta a prefeitura fazer campanha no Outubro Rosa e iluminar os prédios públicos de rosa, quando o município passa a perder investimentos simplesmente pela inexistência de uma estrutura organizacional voltada para as mulheres.

Anderson Pego provocou os vereadores da base do prefeito Luciano Leitoa (PSB) para que alertem o prefeito para essa preocupação com as mulheres e mais especificamente a saúde das mulheres. “Se o prefeito resiste em criar a secretaria da Mulher, juntem a base e mostrem que não vai mudar quase nada transformando a coordenadoria em secretaria, mas que o Governo Federal só destina recurso se o município tiver uma secretaria para este fim", alertou o vereador. 

Geraldo Alckmin vem a São Luís para ato político do PSDB

Pré-candidato a presidente da República desembarca em São Luís para inauguração da nova sede do PSDB e também participa de evento que marcará chegada de novos membros ao partido
Geraldo Alckmin virá a São Luís e confirmará pré-candidatura de Roberto Rocha ao governo do Maranhão
Está confirmada para o dia 5 de maio a chegada, em são Luís, do pré-candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin (PSDB). Ele participará da inauguração da nova sede tucana e também em ato político para marcar as filiações dos deputados Zé Reinaldo Tavares e Waldir Maranhão.

Alckmin é o segundo presidenciável a vir a capital maranhense. Antes dele, foi o Guilherme Boulos do PSOL que veio participar de atividades do partido em São Luís.

O tucano, que deixou o governo de São Paulo no início do mês de abril, participará de ato políticos que marca a chegada de novos membros ao partido. Zé Reinaldo Tavares, Waldir Maranhão e o deputado Alexandre Almeida são os novos filiados com mais destaque.

Geraldo Alckmin também irá reforçar a pré-candidatura ao governo do estado do senador Roberto Rocha, que presidente o partido no Maranhão.

(O Estado)

Defendendo um novo jeito de fazer política, Luís Vannucci visita Imperatriz e fortalece pré-candidatura

Após lançar sua pré-candidatura a deputado federal pelo Maranhão, o advogado Luís Vannucci (PSL) esteve no município de Imperatriz, no último domingo (15), onde foi recebido com bastante aceitação e acolhimento popular por jovens lideranças e por moradores de diversos bairros que manifestaram apoio ao seu novo jeito de fazer política.

Juntamente com o jovem Mateus Lima e o blogueiro Rodrigo Maciel, Vannucci visitou moradores dos bairros Parque das Estrelas, Vila Lobão, Jardim Tropical e parte do Centro, onde ouviu demandas locais dos moradores e acompanhou de perto a necessidade dos mais antigos aos mais jovens, que externaram insatisfação com a atual política no Maranhão. 

“Assim como o Brasil, o Maranhão necessita e clama por uma renovação na política. Percebi que as pessoas estão cansadas, insatisfeitas e almejam renovação, transformação. Sou muito grato a todos pela receptividade tão significativa que tive aqui em Imperatriz”, publicou o pré-candidato em suas redes sociais.

terça-feira, 17 de abril de 2018

Eleição presidencial já tem 16 pré-candidatos oficializados

A exatos seis meses da eleição presidencial deste ano, pelo menos 16 nomes já se colocaram publicamente na disputa. Os partidos devem anunciar seus pré-candidatos até o início de agosto, quando termina o prazo para cada legenda definir as candidaturas nas convenções.

Dentre os concorrentes ao pleito, há ex-presidentes, senadores, deputados, ex-ministros e até um ex-ministro do Supremo Tribunal Federal. 

Aldo Rebelo - Solidariedade

O partido Solidariedade lançou nesta segunda-feira (16), na capital paulista, a pré-candidatura do ex-ministro e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, à Presidência da República. “O Solidariedade é uma legenda que tem identidade com meu pensamento, minha trajetória, meus valores e com as perspectivas que eu tenho”, disse Aldo Rebelo.

Segundo ele, sua candidatura pretende buscar a união nacional em torno dos grandes interesses do país. Aldo destacou que vê como necessária a junção das forças políticas da direita e esquerda em prol do Brasil.  “Desde que os objetivos sejam comuns: a retomada do crescimento da economia, o desenvolvimento do país, a redução das desigualdades e a valorização da democracia, pois sem isso não há solução para nenhum dos impasses que o Brasil vive no momento”, disse.

Alagoano, Aldo Rebelo iniciou sua trajetória política em movimentos contra a ditadura militar e no movimento estudantil dos anos 80. Foi deputado federal por seis mandatos consecutivos, chegando a presidir a Câmara dos Deputados entre 2005 e 2007. Foi também ministro nas áreas de Ciência e Tecnologia, Esporte e Defesa.

Álvaro Dias - Podemos

O senador Álvaro Dias será o candidato do Podemos. Eleito senador em 2014, pelo PSDB, Álvaro Dias migrou para o PV e, em julho do ano passado, buscou o Podemos, antigo PTN. Com a candidatura do senador, a legenda quer imprimir a bandeira da renovação da política e da participação direta do povo nas decisões do país por meio de plataformas digitais.

“Nós temos que rediscutir a representação parlamentar. Não somos senadores demais, deputados e vereadores demais? Está na hora de reduzirmos o tamanho do Legislativo no país, tornando-o mais enxuto, econômico, ágil e competente”, afirmou Dias, em entrevista concedida esta semana no Congresso Nacional.

O político, de 73 anos, está no quarto mandato de senador. De 1987 a 1991, foi governador do Paraná, à época pelo PMDB. Na década de 1970, foi deputado federal por três legislaturas e, antes, foi vereador de Londrina (PR) e deputado estadual no Paraná. Álvaro Dias é formado em História.

Ciro Gomes - PDT

Pela terceira vez concorrendo ao posto mais alto do Executivo, o ex-governador do Ceará Ciro Gomes vai representar o PDT na disputa presidencial. Ao anunciar o seu nome como pré-candidato na última quinta-feira (8), o pedetista adotou um discurso contra as desigualdades e propondo um “projeto de desenvolvimento” para o país.

“Não dá para falar sério em educação que emancipe, não dá para falar sério em segurança que proteja e restaure a paz da família brasileira sem ter compromisso sério para dizer de onde vem o dinheiro”, disse, no ato de lançamento da pré-candidatura.

Ciro Ferreira Gomes tem 60 anos e é formado em Direito. Ele foi governador do Ceará por dois mandatos, ministro da Fazenda no governo de Itamar Franco e da Integração Nacional no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Antes, ocupou a prefeitura de Fortaleza e o cargo de deputado estadual. Em 1998 e 2002, ele foi candidato à Presidência, tendo ficado em terceiro e quarto colocado, respectivamente.

Fernando Collor - PTC

O senador e ex-presidente da República Fernando Collor vai concorrer pelo PTC. Ele foi presidente da República entre 1990 e 1992, quando sofreu impeachment e foi substituído pelo então vice-presidente Itamar Franco. Foi o primeiro presidente a ser eleito pelo voto direto após o regime militar (1964-1985).

Depois de ter os direitos políticos cassados, ele se candidatou ao Senado em 2006, tendo sido eleito, e reconduzido ao cargo em 2014. Antes de ocupar a Presidência, o jornalista e bacharel em Ciências Econômicas, formado pela Universidade Federal de Alagoas, foi governador de Alagoas (1986) e deputado federal (1982).

Em discurso em fevereiro na tribuna do Senado, Fernando Collor de Mello disse que sua pré-candidatura é a retomada de uma missão pelo país. E afirmou que pretende alavancar novamente o país, mediante um novo acordo com a sociedade. “Isso só será possível com planejamento e com sólido programa social que seja tecnicamente recomendável, politicamente viável e socialmente aceito”, destacou.

Flávio Rocha - PRB

O empresário Flávio Rocha é o pré-candidato pelo PRB, legenda ao qual se filiou em março. 

Pernambucano, Flávio Gurgel Rocha exerce atualmente a função de CEO do Grupo Guararapes, um dos maiores grupos empresariais do país. “Nós temos sim a responsabilidade de colocar o Brasil nos trilhos da prosperidade. Essa prosperidade é resultado de liberdade econômica e política. É para isso que estou de casa nova, no PRB", disse Rocha no dia do lançamento da pré-candidatura.

Já foi eleito deputado federal por duas vezes (1987-1990/1991-1994) e membro da Assembleia Nacional Constituinte. Foi um dos fundadores do IDV (Instituto de Desenvolvimento do Varejo). Ele é casado e pai de quatro filhos.

Geraldo Alckmin - PSDB

Após a desistência de outros quadros da sigla, o PSDB oficializou, no último dia 20, a pré-candidatura do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Esta será a segunda vez que ele disputará a vaga. Em dezembro do ano passado, em uma movimentação para unir os demais quadros tucanos em torno de sua candidatura, Alckmin foi eleito presidente nacional do PSDB.

Na entrevista coletiva em que anunciou a pré-candidatura, Alckmin afirmou que irá destravar a economia e colocou como prioridades a desburocratização, uma reforma tributária, retomar a agenda da reforma da Previdência e reduzir os juros.

Geraldo Alckmin tem 65 anos, é formado em medicina e é um quadro histórico do PSDB em São Paulo. Ele começou a carreira como vereador em Pindamonhangaba, no interior do estado. Foi prefeito da cidade, deputado estadual e deputado federal na Assembleia Nacional Constituinte. Vice-governador de 1995 a 2001, ele assumiu a administração paulista após a morte de Mário Covas, sendo reeleito em 2002. Disputou o Planalto em 2006, quando foi derrotado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no 2º turno. Eleito em 2010 para mais um mandato à frente do governo de São Paulo, Alckmin foi reeleito em 2014.

Guilherme Boulos - PSOL

Depois de uma consulta interna que contou com outros três nomes, o PSOL decidiu lançar a pré-candidatura de Guilherme Boulos, líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), após ele se filiar à sigla no início do mês de março. Repetindo a estratégia das últimas eleições de apresentar uma opção mais à esquerda que os demais partidos, o PSOL participará com candidato próprio à corrida presidencial, que em 2010 e 2014 teve os nomes de Plínio de Arruda Sampaio e Luciana Genro na disputa.

Segundo Boulos, é preciso levar a indignação dos cidadãos para dentro da política. Como bandeiras de campanha, ele elencou o combate aos privilégios do “andar de cima” da economia e a promoção de plebiscitos e referendos de consulta à população sobre temas fundamentais. “Nós queremos disputar o projeto de país. Não teremos uma candidatura apenas para demarcar espaço dentro da esquerda brasileira. Vamos apresentar uma alternativa real de projeto para o Brasil”, afirmou.

Um dos líderes do movimento pelo direito à moradia no Brasil, Boulos ficou conhecido nacionalmente após as mobilizações contra a realização da Copa do Mundo no país, em 2014. Como liderança do MTST, ele organizou a ocupação de áreas urbanas, em especial no estado de São Paulo. Formado em Filosofia e Psicologia, Boulos tem 35 anos.

Jair Bolsonaro - PSL

Deputado federal na sétima legislatura, Bolsonaro se filiou ao PSL na última quarta-feira (7). Considerado polêmico por suas bandeiras, Jair Bolsonaro defende a ampliação do acesso a armas e um Estado cristão, além de criticar modelos de família, segundo ele, "não tradicionais”, como casamento homossexual.

“Nós temos propósitos, projeto e tudo para começar a mudar o Brasil. Nós somos de direita, respeitamos a família brasileira. Está na Constituição que o casamento é entre homem e mulher e ponto final.  Esse pessoal é o atraso, uma comprovação de que eles não têm propostas e que a igualdade que eles pregam é na miséria”, afirmou, durante o ato de filiação ao PSL. De acordo com o partido, ainda não há uma data de lançamento oficial da pré-candidatura.

Nascido em Campinas, Jair Messias Bolsonaro tem 62 anos. Ele é formado em Educação Física e militar de carreira. Ele foi para a reserva das Forças Armadas em 1988, após se envolver em atos de indisciplina e ser eleito vereador pelo Rio de Janeiro. Desde 1991, assumiu uma cadeira na Câmara dos Deputados. Foi eleito deputado em 2014 pelo PP, mas migrou para o PSC.

João Amoêdo - Novo

Com 55 anos, João Amoêdo é o candidato pelo partido Novo, que ajudou a fundar. Formado em engenharia e administração de empresas, fez carreira como executivo do mercado financeiro.

Amoêdo foi um dos fundadores do Partido Novo, que teve seu registro homologado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2015. A disputa presidencial em 2018 será a primeira experiência política dele.

Entre as principais bandeiras de Amoêdo, assim como do Partido Novo, estão a maior autonomia e liberdade do indivíduo, a redução das áreas de atuação do Estado, a diminuição da carga tributária e a melhoria na qualidade dos serviços essenciais, como saúde, segurança e educação. "É fácil acabar com a desigualdade, basta tornar todo mundo pobre. Ao combater a desigualdade você não está preocupado em criar riqueza e crescer, você só está preocupado em tornar todo mundo igual. O importante é acabar com a pobreza e concentrar na educação básica de qualidade para todos", diz o candidato em sua página oficial na internet.

José Maria Eymael - PSDC

Já o PSDC confirmou no último dia 15 de março a pré-candidatura do seu presidente nacional, José Maria Eymael, que vai concorrer pela quinta vez.

Além de fundador do PSDC, José Maria Eymael é advogado e nasceu em Porto Alegre. Sua trajetória política começou na capital gaúcha, onde foi um dos líderes da Juventude Operária Católica. Em 1962, filiou-se ao Partido Democrata Cristão (PDC) e atuou como líder jovem do partido.

Em 1986, foi eleito deputado federal por São Paulo. Em 1990, conquistou o segundo mandato na Câmara dos Deputados. Como parlamentar federal, Eymael defendeu a manutenção da palavra Deus no preâmbulo da atual Constituição Federal durante a Assembleia Constituinte, considerado um marco em sua trajetória política.

Levy Fidelix - PRTB

Outro candidato recorrente ao pleito é o jornalista e publicitário Levy Fidelix, representando o partido do qual é fundador: PRTB. Abordando temas em defesa da família e dos “bons costumes”, ele buscará aproveitar o momento de insatisfação dos brasileiros com a corrupção para se dizer um candidato “ficha limpa”.

Fidelix concorreu ao cargo nas eleições de 2014, 2010 e de 1994. 

Antes de criar o PRTB, Fidelix participou da fundação do Partido Liberal (PL), em 1986, quando se lançou na carreira política e disputou uma vaga na Câmara dos Deputados pelo estado de São Paulo. Depois, migrou para o Partido Trabalhista Renovador (PTR), quando também concorreu a um mandato de deputado federal, no início dos anos 90. Apresentador de televisão, professor universitário e publicitário, Fidelix já concorreu três vezes à prefeitura da capital paulista e duas vezes ao governo do estado.

Manuela D’Ávila - PCdoB

A deputada estadual do Rio Grande do Sul, Manuela D'Ávila, será a candidata pelo PCdoB. A ex-deputada federal, por dois mandatos, teve a pré-candidatura lançada pelo partido comunista em novembro do ano passado. Esta é a primeira vez que o PCdoB lançará candidato próprio desde a redemocratização de 1988. Um dos motes da campanha será o combate à crise e à “ruptura democrática” que, segundo a legenda, o país vive.

“Trata-se de uma pré-candidatura que tem como algumas de suas linhas programáticas mais gerais a retomada do crescimento econômico e da industrialização; a defesa e ampliação dos direitos do povo, tão atacados pelo atual governo; a reforma do Estado, de forma a torná-lo mais democrático e capaz de induzir o desenvolvimento com distribuição de renda e valorização do trabalho”, escreveu a presidente nacional do partido, Luciana Santos, ao lançar a candidatura de Manuela D'Ávila.

Manuela D'Ávila tem 37 anos e é formada em jornalismo. Ela é filiada ao PCdoB desde 2001, quando ainda era do movimento estudantil. Em 2004, foi eleita a vereadora mais jovem de Porto Alegre. Dois anos depois, se candidatou ao cargo de deputada federal pelo Rio Grande do Sul e se tornou a mais votada do estado. Em 2008 e 2012, disputou a prefeitura da capital gaúcha, mas ficou em terceiro e segundo lugar, respectivamente. Desde 2015, ocupa uma vaga na Assembleia Legislativa do estado.

Marina Silva – Rede Sustentabilidade

A ex-senadora Marina Silva vai disputar a Presidência pela terceira vez consecutiva. Integrante da sigla Rede Sustentabilidade, Marina tem como plataforma a defesa da ética, do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável.

Ela é crítica do mecanismo da reeleição, que, segundo ela, se tornou um “atraso” no país. “Sou pré-candidata à Presidência para unir os brasileiros a favor do Brasil. Os governantes precisam fazer o que é melhor para o país e não o que é melhor para se perpetuar no poder. Chega de pensar apenas em interesses pessoais e partidários”, escreveu recentemente em seu perfil do Facebook.

Marina Silva militou ao lado do líder ambientalista Chico Mendes na década de 1980. Filiada ao PT, ela foi eleita vereadora de Rio Branco e deputada estadual, antes de ocupar dois mandatos de senadora representando o Acre. Por cinco anos, foi ministra do Meio Ambiente do governo Lula e se desfiliou do PT um ano após deixar o cargo. Ela foi candidata ao Planalto em 2010 pelo PV e, em 2014, assumiu a candidatura do PSB à Presidência após a morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos.

Paulo Rabello de Castro - PSC

Até a semana passada no comando do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o economista Paulo Rabello de Castro deixou o cargo para confirmar a disposição de disputar à Presidência. Segundo o PSC, embora não tenha promovido um ato de lançamento, a legenda já trabalha com a pré-candidatura como oficial. Desde fevereiro, ele participa de eventos partidários pelo país junto ao presidente da sigla cristã, Pastor Everaldo, que concorreu à Presidência no pleito de 2014.

As principais bandeiras do PSC são contra a descriminalização das drogas e a legalização do aborto. “Temos uma sociedade cujos valores morais estão completamente invertidos. Onde a arma na mão do bandido é uma arma livre, mas a arma na sua mão é proibida. E eventualmente você vai preso por portá-la. Quando o bom comportamento da família é zombado pelas novelas pornográficas e toda pornografia é enaltecida, como preservar a família nacional", disse, durante recente ato.

Doutor em economia pela Universidade de Chicago, Paulo Rabello de Castro foi fundador da primeira empresa brasileira de classificação de riscos de crédito, a SR Rating, criada em 1993. Autor de livros sobre a economia e a agricultura brasileiras, o pré-candidato foi presidente do Lide Economia, grupo de empresários que têm em comum a defesa da livre iniciativa. Ele também coordenou o movimento Brasil Eficiente. Em 2016, foi indicado para a presidência do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e comandou a instituição de pesquisa por onze meses, até assumir a presidência do BNDES, em maio do ano passado.

Rodrigo Maia - DEM

Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (RJ) é o pré-candidato pelo DEM. Maia tem buscado ser uma alternativa de centro e, em suas próprias palavras, “sem radicalismos”. Ele assumiu o comando da Câmara após a queda de Eduardo Cunha (MDB-RJ), preso pela Operação Lava Jato, e ganhou mais protagonismo político pelo cargo que ocupa, já que é o responsável por definir a pauta de projetos importantes, como a reforma da Previdência.

Segundo ele, a pauta da Câmara não será prejudicada devido à sua candidatura ao Planalto. “A gente tem responsabilidade com o Brasil, já deu demonstrações disso. O projeto político do DEM é legítimo e é feito em outro momento e local, não tem problema nenhum disso”, afirmou.

Filho do ex-prefeito do Rio, César Maia, o político está no quinto mandato como deputado federal. Em 2007, assumiu a presidência nacional do DEM, após a reformulação do antigo PFL. Rodrigo Maia ingressou, mas não chegou a concluir o curso de Economia. Foi secretário de Governo do município do Rio de Janeiro no final da década de 1990, na gestão de Luiz Paulo Conde, que à época era aliado de César Maia.

Vera Lúcia - PSTU

O PSTU, que nas últimas vezes concorreu com o candidato José Maria de Almeida (Zé Maria), lançará uma chapa tendo a sindicalista Vera Lúcia como candidata à Presidência. 

Vera Lúcia, 50 anos, foi militante no PT e integrante do grupo fundador do PSTU.

O vice na chapa é Hertz Dias, 47 anos, militante do movimento negro.

MDB

Com a promessa de, pela primeira vez depois de 24 anos, apresentar ao país um candidato à Presidência da República, o MDB ainda não definiu oficialmente como formará a chapa para a disputa. Nesta semana, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles se filiou à sigla.

No entanto, ao deixar o comando do Ministério da Fazenda na sexta-feira (6), Meirelles não informou a qual cargo pretende concorrer. Mas é cogitado como opção ao lado do presidente Michel Temer.

O presidente Michel Temer não descartou a possibilidade de concorrer à reeleição. Nos últimos meses, o partido tem feito movimentos de resgate à história da legenda, que tem mais de 50 anos. Foi com esse intuito que mudou a sigla de PMDB para MDB. A decisão sobre a candidatura, porém, ainda não está tomada.

PSB

Após a morte do ex-ministro e então presidente nacional do partido, Eduardo Campos, em plena campanha eleitoral de 2014, o PSB passou por dificuldades de identificação e falta de lideranças nos últimos anos. Nessa sexta-feira (6), porém, a sigla recebeu a filiação do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, e tem nele a grande aposta de participar do pleito deste ano.

Como membro da Suprema Corte de 2003 a 2014, Joaquim Barbosa ganhou notoriedade durante o período em que foi relator do processo do mensalão, que condenou políticos de diversos partidos pela compra de apoio parlamentar nos primeiros anos de governo do PT. Antes, foi membro do Ministério Público Federal, funcionário do Ministério da Saúde e do Itamaraty.

De acordo com o líder do PSB na Câmara, deputado Júlio Delgado (MG), que tem participado das conversas com Barbosa, o nome dele fica eleitoralmente viabilizado, embora ainda seja necessário construir sua candidatura por todo o Brasil. “Ao se filiar, até pela viabilidade que já mostra, eu acho que o nome dele já fica irreversível. Acho que ele é o candidato capaz de unir o Brasil, tranquilizar, trazer a decência necessária contra essa divisão de lados [que o país vive]”, disse à Agência Brasil.

PT

Depois de ganhar as últimas quatro eleições, o PT anunciou a pré-candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, mas dificilmente conseguirá lançá-lo à disputa. Lula foi preso nesse sábado (7) para cumprimento da pena de 12 anos e 1 mês de prisão.

Ele foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Embora o cenário seja desfavorável, aliados defendem que Lula recorra ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em busca de uma autorização para se candidatar, já que a Lei da Ficha Limpa prevê a impugnação das candidaturas de políticos condenados em segundo grau da Justiça.

Outros nomes cotados dentro do partido são do ex-governador da Bahia Jaques Wagner e o do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, além de optar por apoiar a candidatura de outro partido da esquerda.

Prazos

De acordo com a legislação, os partidos políticos devem promover convenções nacionais com seus filiados entre 20 de julho e 5 de agosto para que oficializem as candidaturas. A data final para registro das candidaturas pelos partidos políticos na  Justiça Eleitoral é 15 de agosto. (Agência Brasil)

Central de Flagrantes de Timon é interditada pela Justiça

Precária e insalubre, Central de Flagrantes em Timon (MA) é interditada pela Justiça
O juiz de Direito da Fazenda Pública, Wellton Sousa Carvalho, determinou a interdição imediata da Central de Flagrantes de Timon, por conta de irregularidades. Foi determinado que os presos deverão ser transferidos para outros estabelecimentos penais, no prazo máximo de 24 horas.  Além disso, o magistrado impôs que autoridades e gestores da segurança sejam intimados da decisão para que apresente soluções. Caso o Estado não cumpra a decisão uma multa de R$ 1.000,00 por dia deve ser aplicada.

Desde o ano passado, a atual gestão vem alertando que as deficiências da unidade põe em risco a vida de presos e de funcionários. No dia 28 de março de 2017, a direção sindical realizou vistoria na Central de Flagrantes.  O objetivo da ação visou verificar as condições de trabalho e necessidades dos policiais, além de reforçar o compromisso da instituição com a categoria. Os diretores constataram que todos os ambientes da unidade são pequenos, com paredes mofadas e mal cuidadas, inclusive com infiltrações. Relembre aqui.  O sindicato oficializou a Secretaria de Segurança Pública do Maranhão e o Governo do Estado sobre as péssimas condições da Central de Flagrantes e pediu providências imediatas.
Apenas três horas de uma forte chuva foram suficientes para alagar completamente a Central de Flagrantes de Timon. O fato ocorreu dois dias depois da visita da direção sindical. A água inundou completamente o local. Reveja o registro do alagamento aqui.

Atendendo convite do Sinpol-MA, a comitiva da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Maranhão  (OAB-MA), também realizou inspeção na Central de Flagrantes, em agosto de 2017.  O órgão detectou várias falhas estruturais no prédio, ratificando denúncias do sindicato. O presidente da OAB-MA, Thiago Diaz, classificou a situação de “absurda precariedade” e garantiu somar forças com o Sinpol-MA para solucionar as demandas. Releia aqui matéria da visita da OAB-MA.

Em setembro de 2017, a Cobrapol, em seu XVII Congresso Nacional, realizado em Belém-PA, lançou nota de REPÚDIO contra a falta de visão administrativa do Governo do Estado do Maranhão, pela lentidão em equacionar as demandas da Polícia Civil. Um mês depois da nota lançada pela instituição, registro de fugas na Central de Flagrantes. Sete presos fugiram na madrugada do dia 08 de outubro da unidade. Eles teriam cavado um buraco em uma parede para conseguir a fuga.
A diretoria do Sinpol-MA lamenta a ineficácia da Secretaria de Segurança Pública que sequer executou as melhorias na Central de Flagrantes de Timon apontadas pelo sindicato durante as visitas na unidade, ao mesmo tempo que apoia decisão da justiça para que a unidade permaneça fechada enquanto o Estado não apresentar ações concretas, com prazos e que realmente venham a acontecer. A estrutura física da Central de Flagrantes é de uma precariedade incompatível com as atribuições constitucionais da Polícia Civil. O Estado tem que garantir a dignidade tanto dos servidores quanto dos presos. E ali não havia mínimas condições para isso…

A penúria da Polícia Civil do Maranhão é enorme. O Sinpol-MA chama atenção para a necessidade de avaliar a eficiência dos gastos com segurança pública. Porque só se investe menos de 1% anualmente na Polícia Civil? Porque o Governo do Estado prefere investir na política de confronto, em detrimento da investigação e da inteligência?  Segurança é muito mais do que polícia ostensiva. Agindo assim, o Governo faz Gestão ‘Saci Pererê’, ao fazer Segurança Pública apenas com uma polícia, no caso, a ostensiva. Como são duas forças policiais (Ostensiva e Judiciária), o termo utilizado para Gestão ‘Saci Pererê’ é uma referência a uma figura presente no folclore brasileiro, que possui apenas uma perna. Ou seja,  o governo trabalha com uma das pernas, ao dar prioridade apenas para uma polícia. O sucateamento da Polícia Civil é um fator determinante para a escalada desenfreada da impunidade em nosso estado. Um dos pontos centrais para dar o pontapé inicial nessa mudança seria a valorização da Polícia Investigativa. A quem interessa uma Polícia Civil SUCATEADA? As informações são do Sinpol-MA.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Timon: "Quem queria a antecipação da eleição a qualquer custo era a atual Mesa Diretora", afirma vereador Anderson Pêgo

Em mais um discurso forte sobre a antecipação da eleição da Mesa Diretora biênio 2019/2020, o vereador Anderson Pêgo (PSDB) diz não entender porque a atual Mesa Diretora não quer mais antecipar a eleição, pois, foi proposta pela atual direção, foi aprovada no plenário por unanimidade, houve um suposto vício de promulgação e o vício já foi sanado. 

“Tentaram vender para população que o G12 quer eleição de qualquer custo, quem queria eleição de qualquer custo era o vereador Juarez, era a Mesa Diretora que assinou pedindo para que mudasse a Lei, quem queria eleição de qualquer custo era o presidente Uilma que assinou junto com a Mesa a antecipação da eleição, quem queria eleição de qualquer custo é só ler as matérias da época, as matérias que já diziam, vereador Juarez é o presidente, já está tudo certo, é favas contadas, é o próximo presidente da Casa. E aí, por uma fraude que fizeram, ele não esperava e o vereador Helber hoje está cotado para ser o próximo presidente da Câmara, ninguém fala mais nem em Juarez aqui, que o tanto que eles queriam a antecipação da eleição da Câmara”, dispara Anderson Pêgo.

Está mais que configurado que quem queria antecipar a eleição da Mesa Diretora era os membros atuais e pela derrota eminente da base do prefeito não se tem mais uma pauta de projetos relevantes, quem faz a pauta da Câmara é o vereador Celso Tacoani está com um mês que é só capina e iluminação, capina que o prefeito tem que fazer que é sua obrigação, são gastos 16 milhões por ano em limpeza da cidade e você vai na Cidade Nova a cidade está suja, você vai no Pedro Ceará a cidade esta suja, você vai no Parque Piauí a cidade está suja. Iluminação Pública todo mês entra 700 mil reais nos cofres da secretaria de infraestrutura para fazer iluminação pública da cidade”, afirmou Pêgo.

Encerando seu discurso o vereador Anderson Pêgo diz que nunca participou de nenhum governo em Timon e se orgulha de poder cobrar melhorias para cidade, pois, a população lhe elegeu para que ele cobrasse reafirmando seu compromisso.

(Assessoria do vereador Anderson Pêgo)