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quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Henrique Júnior critica falta de estrutura da segurança pública de Timon 

Em seu discurso durante a sessão plenária desta quarta-feira, 11 de dezembro, na Câmara Municipal de Timon, o vereador Henrique Júnior, líder da oposição, fez um relato da situação crítica em que se encontra a segurança pública no município de Timon, taxou o governo do Estado como o culpado por não dar estrutura para os órgãos de segurança no município e cobrou união para que os parlamentares possam cobrar mais investimentos.

“Essa situação é culpa da falta de estrutura do governo do Estado para com Timon, porque o governo continua a tratar Timon como uma cidade do interior, mesmo sabendo que Timon é uma cidade que tem à frente uma capital com quase um milhão de habitantes e isso é obvio e todo mundo sabe, se nós não nos unirmos aqui para cobrar mais investimentos para a cidade de Timon, não adianta, infelizmente fazermos audiências públicas, porque isso é chover no molhado. Sem estrutura, sem investimento, não se resolve”.

O parlamentar apresentou dados oficiais do efetivo da polícia militar, que foram apresentados este ano na Assembleia Legislativa do Maranhão, demonstrar que o quadro atual é de cerca de 11 mil homens e que só este ano 1133 homens já se aposentaram, reduzindo ainda mais o efetivo policial.

“Aqui no Maranhão o efetivo não chega, até o final do ano, a 11 mil policiais. Aquela história que o governador Flávio Dino usou durante a campanha eleitoral, pra fazer estelionato eleitoral, e o fez, não passa de uma balela. Nunca existiu nos quadros da polícia militar do Estado do Maranhão essa quantia de 15 mil homens, de 14 mil homens. Esse ano documentos oficiais enviados para a Assembleia Legislativa do Maranhão comprovam que 1133 homens já se aposentaram este ano. Então essa outra história que foi passada aqui, que ao se aposentarem, seriam chamados novo policiais, também não existe”.

Henrique Júnior lembrou ainda que há um concurso público da Polícia Militar vigente e com homens e mulheres que já passaram pelo curso de formação, mas que nunca foram nomeados, para reforçar o quadro de segurança do Estado. “O pior de tudo é que o governador Flávio Dino pegou aqueles homens e mulheres que ficaram no cadastro de reserva, levou para fazer o curso em São Luís, fizeram todo o curso, abandonaram seus empregos, abandonaram suas famílias, gastaram suas economias, para finalizar o curso lá em São Luís e o que ocorreu é que o governador até hoje não os nomeou”.

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